Sumidoiro's Blog

14/05/2011

VIANNAS E O CASTELLO

Filed under: Uncategorized — sumidoiro @ 5:52 pm

♦ Uma genealogia.

Tudo começou em Roças Grandes, junto à Vila Real de Nossa Senhora da Conceição do Sabarabuçu, que era sede da antiga comarca do Rio das Velhas.

Trecho urbano de Viana do Castelo com a capela das Malheiras.

Os relatos históricos, quando assimilados de memórias pessoais, geralmente são carregados de fantasias. Entre os genealogistas, é muito frequente usar e abusar das informações colhidas na informalidade sem a comprovação documental. Descuidando-se, ao acreditar no que é dito repetidamente, até historiadores costumam ser traídos pela falsa informação.

A história de uma das mais antigas famílias mineiras, os Viannas, foi distorcida com a propagação de uma dessas fantasias. É que, de repente, admitiram um adendo ao patronímico e passaram a chamá-la de parentela Vianna do Castello. Em um artigo sobre famílias mineiras, o respeitado sociólogo Cid Rebelo Horta(1) entrou no rol dos que se iludiram ao aceitar o que ouvira e propagou o equívoco, dizendo:

“… A parentela Viana, através de seus ramos […] Viana do Castelo […] estende  o seu domínio por vários municípios, como Curvelo, Sete Lagoas, Sabará, Abaeté, Santa Luzia e está ainda hoje solidamente inserida no panorama político e social do Estado.”

Foram feitas narrativas consistentes sobre as origens desses Viannas. A mais conhecida é a que trata dos ascendentes do historiador Hélio Vianna. Em um texto(2) sobre seu pai, Arthur Vianna, intitulado “O Mais Antigo Empresário Brasileiro”, publicado em 1970, escreveu:

“Bernardo Vianna, “fidalgote de Viana do Castelo”, no Minho, Portugal, foi tronco dessa família mineira. Daquela cidade talvez tenha adotado o sobrenome, como fizeram tantos lusitanos vindos para o Brasil […] O que também faria, de modo mais completo, seu descendente curvelano Augusto Vianna de Castelo (o negrito é nosso) […] Chegando Bernardo a Minas Gerais, no último terço do século XVIII, quando já em decadência a mineração de ouro, casou-se com Angélica Maria Ribeiro…”

Capela de Nossa Senhora do Rosário da Quinta do Sumidouro.

Mas o relato de Hélio Vianna é incompleto, como ele próprio admitiu. O seu primo, mais velho que ele, Augusto Vianna do Castello (08.10.1874 – 23.09.1953) foi quem melhor discorreu sobre o tema, pois possuía informações mais aprofundadas. Realmente fez um relato “de modo mais completo”, quando dirigiu uma série de cartas ao historiador curvelano Antônio Gabriel Diniz(3), a partir de 17.11.1948. Exatamente vinte e dois anos antes de Hélio Vianna, escreveu sobre os primeiros Viannas:

“Antonio de Souza Vianna também era o nome do meu 4° avô, vindo do Minho, em Portugal, na época da descoberta do ouro em Sabará-Buçú, fixando-se em Roça Grande. Adquiriu grande fortuna, para tempos de então, e fundou a Fazenda dos Angicos, ainda hoje propriedade de gente da familia. […] Quando morreu, deixou o meu 4° avô, em testamento, a fazenda […] em usufructo aos escravos.”

Os relatos de Augusto são fruto tanto de suas próprias vivências quanto do que ouvira do pai, Felicíssimo de Souza Vianna(4). Era filho de Antônio (II) de Souza Vianna (homônimo do dito 4° avô), que era filho de Bernardo de Souza Vianna. O pai deste, o Antônio (I) mais velho – equivocadamente denominado 4° avô –, na verdade seria o 3° avô(5). Os períodos de convivência entre pais e filhos foram: Augusto e Felicíssimo 26 anos; Felicíssimo e Antônio (II) 44 anos; Antônio (II) e Bernardo 39 anos. Desta maneira, as memórias familiares ficaram suficientemente interligadas e consistentes.

Antônio (II) era filho de Bernardo e de Thereza Moreira. Não se sabe exatamente onde teria nascido, mas certamente foi na região da antiga Santa Luzia, onde passou a vida inteira. Uniu-se a Josefa Fernandes de Azevedo e o casamento foi realizado na capela de Nossa Senhora do Rosário da Quinta do Sumidouro.

Registro do matrimônio de Antônio de Souza Vianna e Josefa Fernandes de Azevedo.

Está anotado no livro(6) de casamentos de Santa Luzia, 1808/1822:

“Aos desanove de Fevereiro de mil oitocentos e des na Ermida da Quinta, feitas as diligencias de estilo, sem se desquobrir impedimento algum com Provisao do Juizo Eclesiastico de Sabará em presença do Padre Jose Dias de Avellar de licenca minha e das testemunhas Martinho de Carvalho e o Alferes Jose Antonio Rodrigues Chaves de mutuo consentimento se receberao em Matrimonio por palavras de presente Antonio de Souza Vianna e Jozefa Fernandes de Azevedo moradores nesta Freguesia de Sancta Luzia, logo o mesmo Padre lhes deu as bencaons nupciais na forma do Ritual, o que tudo _ _(?) constou pelo assento que se me enviou, e de que se fez este que assinei. / O Coadjutor Manoel Pirez de Miranda.”

Antônio e Josefa tiveram os  filhos: Felicíssimo (gêmeo de uma menina falecida), José, Maria, Anna Claudina, Cândida, Cândido, Joaquim, Antônio Jr. e João Francisco de Assis.

Posteriormente, Bernardo de Souza Vianna se relacionou por matrimônio com Angélica Maria Pacheco Ribeiro, tendo gerado os filhos Bernardo – também conhecido como Bernardino – e José. É uma outra história…

Fazenda do Jaguara (imagem recuperada de uma foto antiga).

NA QUINTA DO SUMIDOURO

Do casamento à morte, Antônio (II) viveu na Quinta do Sumidouro. A povoação foi fundada pelo bandeirante Fernão Dias, em 1675. Mais tarde,  pertenceu a Lagoa Santa e, atualmente, faz parte do município de Pedro Leopoldo. Situada a poucos quilômetros dali, funcionou a sede do chamado Vínculo do Jaguara(7), importante estabelecimento rural, criado em 1787, constituído por vastas e úteis possessões na comarca do Rio das Velhas. Parte da fazenda e edificações ainda existem, pertencendo ao município de Matosinhos. Os personagens dessa história de Viannas viveram nessa região, tendo participado repetidamente de eventos religiosos na capela do Jaguara, conforme comprovam registros paroquiais.

Casa do bandeirante Fernão Dias, situada a poucos metros da capela da Quinta. (Foto de Lourival, dez.1989)

Também a mulher de Antônio seria natural daquelas terras. O curvelano Eduardo Vianna de Paula(8) deixou um manuscrito dizendo: “… Antônio de Souza Vianna é meu bisavô. Natural da Quinta do Sumidouro, casou-se com Sá Juca – Josefa de Azevedo –, dos Azevedo, de Matozinhos…”

Durante quarenta e seis anos, que é o período que vai do casamento ao falecimento, Antônio (II) deve ter deixado boas marcas da sua presença no Sumidouro, pois mereceu a deferência de ter seu corpo sepultado dentro da capela da Quinta, filial da matriz de Nossa Senhora da Saúde da Lagoa Santa. É este o seu registro(9) de óbito:

“Aos dezeseis de Dezembro de mil oitocentos e cincoenta e seis annos falleceo Antonio de Souza Vianna casado com Dona Josefa Fernandes de Azevedo e filho natural de Thereza Moreira; de idade de setenta annos, pouco mais ou menos;  foi encommendado solemnemente e sepultado dentro da Capella da Quinta filial da Matriz de Nossa Senhora da Saude da Alagoa Santa. / O Vigr.o encom.do Joao Bap.ta Corr.a.”

Registro do óbito de Antônio de Souza Vianna.

VIDA NOVA

Em 13 de outubro de 1831, no período da Regência, foi criado o município de Curvelo. Vislumbrou-se progresso para a região, atraindo muita gente de fora. O jovem Felicíssimo, em busca de um futuro que imaginava promissor, decidiu se aventurar numa vida nova e, entre 1832 e 1834 não há como precisar melhor , quando contava 20 ou pouco mais anos de idade, se mudou para Curvelo. Posteriormente, convenceu ou aconselhou os sete irmãos a acompanhá-lo. Todos acataram a sugestão, foram deixando a Quinta do Sumidouro e se estabeleceram na terra nova, onde a maioria constituiu família, deixando numerosa descendência.

Augusto Vianna do Castello e seu pai, Felicíssimo de Souza Vianna.

UM OU DOIS?

É importante destacar uma versão, muito difundida na cidade de Santa Luzia e repetida por genealogistas e historiadores, que diz o seguinte:

“Bernardo Viana do Castelo, fidalgo português, filho de um marquês de igual nome, residia em uma quinta nas proximidades da cidade de Viana do Castelo. Veio para o Brasil a mando da família para curar-se de uma fraqueza pulmonar, procurando melhores climas. Não trouxe no bolso, como os seus patrícios, cartas de sesmarias de terras, adquirindo por compra aos naturais as terras que compõem hoje Angicos, Bernardo de Souza e Campos.”

Quanto à referida doença pulmonar, há motivos para se duvidar, pois Bernardo viveu até os 64 de idade, fato incomum para a época, assim denotando ser pessoa bem saudável. A fama atribuída aos bons ares de Minas, para doentes do peito, pode ter contribuído para criarem esta suspeita.

No seu artigo, Hélio Vianna usou o diminutivo “fidalgote” para designar Bernardo como sendo o primeiro de todos, mas foi seu pai Antônio (I) quem iniciou a família. Entretanto, se nobreza existiu, depreende-se que o pai poderia ser um “fidalgo”. Conhecendo-se as palavras do frei Luís de Souza(10), ao descrever a então pequena vila de Viana, se vê que realmente era terra de gente nobre:

“…terra cheia de gente rica e muito nobre, de grande trato e comercio, por uã parte com as conquistas de Portugal, Ilhas e terras novas do Brasil; por outra, com França e Flandres, Inglaterra e Alemanha, donde e pera onde recebia do ordinario muitos géneros de mercadorias e despedia outras; pera os quais tratos traziam os moradores no mar grande numero de naus e caravelas, com grossas despesas, a que respondiam iguais retornos e proveitos, que tinham a vila florentissima e em estado de uã nova Lisboa.”

Por outro lado, considerando o oneroso custo da viagem de travessia do Atlântico, há de se convir que os ancestrais não eram pobretões. A chegada desses Viannas a Minas Gerais seria provavelmente no século XVIII. Inclusive, no que toca à linha temporal, tanto o relato de Hélio Vianna quanto o de A. V. Castello são plausíveis, pois as mais importantes descobertas do ouro ocorreram bem no final do século XVII e sua exploração adentrou no século seguinte. Observe-se que a casa de fundição de Sabará foi criada em 1725, extinta em 1736, restabelecida em 1751 e definitivamente abolida em 1803.

O ORGULHO DA ORIGEM

A origem do charmoso sobrenome Castello é pura e simplesmente fruto da vontade do inquieto Augusto, que o incorporou ao patronímico. Por força de sua expressiva presença no cenário nacional, foi inevitável que a fantasia se propagasse. Porém, a criação teve vida breve, sendo adotada por poucos descendentes.

Há uma versão sobre o que motivara a decisão. Foi quando acompanhado do pai se deslocava de Curvelo para dar início aos seus estudos e, ao passar pela casa da parenta Maria Cândida (Vianna), em Santa Luzia, dela ouvira a sugestão de que incorporasse o Castello ao sobrenome. Seria uma forma de homenagear a terra das origens: Viana do Castelo, Portugal. Quem relatou o fato foi o professor Francisco Teixeira da Costa, filho de Maria Cândida e do senador Manoel Teixeira da Costa(11). Tem fundamento, pois em uma daquelas cartas de Augusto ao historiador Antônio Gabriel Diniz, ele havia contado detalhes da viagem à escola:

“ Meu pae […] levou-me a Ouro Preto, viajando a cavallo, deixando-me interno, no Collegio Ouropretano, onde concluí os preparatorios, sem voltar a Curvello sinão depois de feito o 1o ano de direito, aos 14 annos completos.”

A terra de Viana do Castelo, na antiga região do Minho, é assim chamada em referência ao rio de mesmo nome, que ao norte faz a divisa com a Espanha. Engloba os distritos de Viana do Castelo e Braga, ambos fazendo fronteira à leste com a Espanha. O distrito de Viana é cortado pelo rio Lima, com nascedouro na Espanha e que deságua no mar, junto à cidade sede de mesmo nome. Ali, a navegação sempre foi atividade importante em função do comércio marítimo e fluvial.

À esquerda, mapa da região da Quinta do Sumidouro (1) e fazenda do Jagoara (2). À direita. mapa da região do Minho.

Na época dos descobrimentos foi origem de grandes navegadores: Gonçalo Velho Cabral, colonizador dos Açores, Fernão Martins da Costa, que percorreu a costa africana, João Velho, desbravador do Congo misterioso, João Álvares Fagundes que chegou às águas geladas da Terra Nova, abrindo caminho para a pesca do bacalhau, entre muitos outros. Em tempos longínquos, a região foi habitada pelos celtas e depois pelos romanos, povos que deixaram profundas marcas da sua presença.

Motivos não faltaram para o orgulho das origens. Até que chegou o dia em que as palavras de Maria Cândida tiveram eco, quando Augusto, em 1893, diplomou-se pela faculdade de Direito de São Paulo e acatou sua sugestão, passando a usar o pseudônimo literário de Augusto Vianna do Castello, que depois adotou na vida civil(12). Dessa terra os Viannas colheram o nome, o sonhador Augusto quis mais, um Castello.

Por Eduardo de Paula

(1) HORTA, Cid Rebelo  –  Em “Famílias governamentais de Minas Gerais”; Revista Análise & Conjuntura, Belo Horizonte, 1(2):111-142, maio/agosto /1986.

(2) VIANNA, Hélio – “O Mais Antigo Empresário Brasileiro”, em Digesto Econômico, Revista da Associação Comercial de S. Paulo, no. 216, Nov, 1970, p. 68.

(3) Historiador Antônio Gabriel Diniz (01.09.1891-26.10.1969), membro do Instituto Histórico e Geográfico de Minas Gerais.

(4) VIANNA, Felicíssimo de Souza – (Quinta do Sumidouro, 16.02.1812 – Curvelo, 16.04.1900, às 6 h da manhã).

(5) Entenda-se terceiro e não quarto avô, e que pretendia dizer na época da “exploração do ouro, no século XVIII, que o terceiro avô chegou a Minas Gerais”.

(6) Arquivo da Cúria Metropolitana de Belo Horizonte – Casamentos de Santa Luzia, 1808/1822, fl. 14.

(7) Vínculo do Jaguara: imenso conjunto de fazendas, propriedades do português Antônio de Abreu Guimarães. Foram “vinculadas” aos compromissos instituídos por um alvará real, visando a promoção de benefícios em obras pias.

(8) PAULA, Eduardo Vianna de – (Curvelo, 31.05.1909 – Belo Horizonte, 13.04.1991); bisneto de Antônio de Souza Vianna.

(9) Arquivo da Cúria Metropolitana de Belo Horizonte – Óbitos em Lagoa Santa, lv. aberto em 1824, fl. 191 verso.

(10) SOUZA, frei Luís de – Em “A vida de D. Frei Bertolameu dos Mártires”, Lisboa, Biblioteca de Autores Portugueses, 1984 [1590], p. 117.

(11) COSTA, Manoel Teixeira da – (quarto com o mesmo nome) – Senador, casado com Maria Cândida Vianna, filha de Antônio Ribeiro da Fonseca e Bernarda de Souza Vianna.

(12) VIANNA, Augusto de Azevedo (Augusto Vianna do Castello) – (*08.10.1874 +23.09.1953). Formou-se em direito aos 19 anos de idade. Foi político, comerciante e ministro da Justiça e Negócios Interiores no governo Washington Luís, de 15.11.1926 a 24.10.1930.

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21 Comentários »

  1. Eduardo: Mais uma vez parabéns, pelo brilhante estudo que faz da família Vianna, representativa em Lagoa Santa.
    Belas ilustrações.
    Maria Marilda.

    Comentário por maria marilda pinto correa — 14/05/2011 @ 6:15 pm | Responder

    • Maria Marilda: Seu aplauso aumenta meu entusiasmo. Faz-me admitir que estou fazendo algo de bom.
      Muito obrigado, Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 14/05/2011 @ 6:26 pm | Responder

  2. Eduardo,
    Estou muito feliz em ler os artigos que voce escreve sobre a família Vianna! É como se estivesse abrindo as janelas das casas antigas da família mineira, para conhecer um pouco sobre cada um. Continue a escrever, porque estarei aqui saboreando suas histórias….
    Mais uma vez meus parabéns!
    Um abraco,
    Kathya.

    Comentário por Kathya Viana Catalan Iezzi — 15/05/2011 @ 11:25 am | Responder

    • Kathya:
      Seus comentários são muito gentis e me animam a prosseguir. Aguarde, porque há outros textos no forno.
      Muito obrigado, um abraço do
      Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 15/05/2011 @ 12:49 pm | Responder

  3. Olá Eduardo: Parabéns pelo ” Vianas e o Castelo”! Sou Geraldo Rodrigues Álvares, de Curvelo, e José Emílio lhe enviou um livro nosso. Espero uma apreciação sobre ele. Um abraço, Geraldo.

    Comentário por Geraldo Rodrigues Álvares — 25/07/2011 @ 8:59 pm | Responder

    • Geraldo: Recebi seu livro. Vou ler com interesse e lhe falarei sobre ele. Obrigado pelo comentário.
      Um abraço do
      Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 25/07/2011 @ 10:47 pm | Responder

  4. Eduardo, grande surpresa este seu blog. Acabo de descobri-lo e vou me tornar freguês. É um mergulho nesta Minas profunda, feito com rigor histórico e graficamente impecável. O abraço grande do Nemer

    Comentário por José Alberto Nemer — 23/01/2012 @ 8:10 pm | Responder

    • Caro Nemer:
      Muito obrigado pelo comentário. Esses mergulhos na história têm me encantado. Nunca imaginei que encontraria tanta coisa submersa. Quero continuar.
      Um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 23/01/2012 @ 9:15 pm | Responder

  5. Sou bisneta de Augusto Vianna do Castello, se você quiser mais informações para sua pesquisa me mande um e-mail, vou imprimir essa pesquisa e mostrar para minha avó, Maria Diva Vianna do Castello da Silveira, ela vai adorar saber do seu interesse pelo pai dela!

    Comentário por Júlia — 24/04/2012 @ 5:03 pm | Responder

    • Júlia: Certamente quero sua colaboração. Entrarei em contato com você por email.
      Um abraço do
      Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 24/04/2012 @ 6:20 pm | Responder

  6. Parabéns pelo estudo! Agradecemos pelas informações. Sinto-me muito bem ao visitar esta região. Sou de Vespasiano e fico muito feliz em saber que tem história. Um sonho hoje, meu e de meu noivo, é casarmos na capela de Nossa Senhora do Rosário da Quinta do Sumidouro. Faremos uma visita para verificar se será possível. Esta capela nos deixa incrivelmente deslumbrados com tanta riqueza histórica, beleza e demonstração de fé e amor.

    Comentário por Aline Moreira — 06/05/2012 @ 5:09 pm | Responder

    • Aline:
      Muito obrigado. Que bonito seria seu casamento na capela modesta, mas rica de história e que, certamente, tem bons fluidos. Faço votos que você consiga realizar seu desejo.
      Um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 06/05/2012 @ 6:58 pm | Responder

  7. Olá, primeiramente meus sinceros parabéns. Lindo trabalho desenvolvido. Iniciei uma pesquisa sobre a família de minha avó paterna, que era da casa do Vianna, a família dela viveu em Cachoeiro do Itapemirim-ES, no entanto, seu pai Francisco Alves Vianna, ao que dizem, era de origem mineira. O senhor saberia dizer se existe alguma ligação entre estes Viannas?
    Atenciosamente, Roberto Spillari.

    Comentário por Roberto Spillari — 30/09/2012 @ 12:18 pm | Responder

    • Roberto: Acho que existe a ligação que você imagina. Vou pesquisar nos meus arquivos e lhe enviarei uma resposta.
      Muito obrigado pelo comentário e um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 01/10/2012 @ 10:19 am | Responder

  8. Eduardo, parabéns pelo estudo sobre os Viannas. Sou filha de Felicíssimo Gomes Vianna, filho de Álvaro Augusto de Souza Vianna e neto do Major Felicíssimo de Souza Vianna. Na família, todos sempre disseram que meu pai herdou o nome e a patente do avô. Papai também nasceu em Curvelo, assim como seus irmãos Álvaro, Carlos, Maria Emília, Ady, Branca e Geraldo. Infelizmente, a tia Branca que era a única que ainda estava viva, veio a falecer neste ano de 2014. Uma observação: as fotos do Augusto Vianna do Castello e de seu pai, Felicíssimo, são idêntica às fotos que tínhamos deles. Atenciosamente,
    Sandra Maria de Luca Vianna

    Comentário por Sandra aria de Luca Vianna — 02/10/2014 @ 7:46 pm | Responder

    • Sandra:
      Meus pais também são de Curvelo. Sou Vianna por parte de pai e mãe. Possuo mais fotos de Augusto Vianna do Castello. O retrato de Felicíssimo é uma pintura a óleo, que fotografei em casa de um parente. Possuo ainda muitas informações sobre pai e filho, se tiver tempo e inspiração quero escrever mais sobre eles.
      Muito obrigado e um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 02/10/2014 @ 8:03 pm | Responder

  9. Gostei muito de encontrar essas informações. Sou descendente de Bernardo Vianna. Meu avo era Arthur Vianna Filho, irmão do Helio Vianna.

    Comentário por Cristiana Vianna — 29/11/2014 @ 2:09 am | Responder

    • Cristiana:
      Somos parentes. Sou descendente do filho mais velho do Bernardo, chamado Antônio.
      Muito obrigado e um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 29/11/2014 @ 9:17 am | Responder

    • Cristiana:
      É isso mesmo, tudo correto, como você confirma. No início de 2015, pretendo montar um mapa completo da família e posso lhe dar uma cópia.
      Um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 29/11/2014 @ 9:31 am | Responder

  10. Olá Eduardo, suas pesquisas são muito boas, gosto muito de encontrar nelas referências sobre os meus e os nossos antepassados. Um abraço.

    Comentário por Elizabete Teixeira — 28/09/2015 @ 10:42 am | Responder

    • Elizabete:
      Possuo mais um punhado de documentos sobre essa gente de Santa Luzia, Sabará e de toda essa nossa parentada. O que me falta é tempo para alinhavar as palavras e colocar as histórias no Blog.
      Um abraço do
      Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 01/10/2015 @ 10:11 am | Responder


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