Sumidoiro's Blog

01/06/2011

ENTRE SOLUÇOS E LÁGRIMAS

Filed under: Uncategorized — sumidoiro @ 8:38 am

♦ Histórias do tempo antigo.  

Até a segunda metade do século XIX os registros paroquiais eram a única forma de assentamento de eventos vitais, tais como batismos, casamentos e óbitos. Cabia ao cura da paróquia a responsabilidade por esse trabalho, muito importante no controle dos fiéis. Seguiam orientação superior da Igreja Católica Apostólica Romana que, desde a Reforma iniciada por Lutero, temia a ameaça do seu rebanho ser abalado na sua crença. Foi determinação originária das decisões do Concílio de Trento (1545-1563), ou seja, dos primeiros tempos do Brasil Colônia, que tinha a religião católica como oficial. Em Portugal, esses registros obrigatórios foram regulados pelas Constituições de Coimbra (1591), com as mesmas ordens estendidas aos governos de ultramar. No Brasil, a princípio, seguiram as orientações vindas de Portugal, até serem regulamentadas pela Constituição Primeira do Arcebispado da Bahia, em 1707.

As normas obrigavam a informação de inúmeros detalhes, de acordo com a importância que a igreja atribuía a cada evento, especialmente aos das pessoas viventes, que eram os de batizado e casamento. Dessa maneira eram conhecidas aquelas, cujos corpos e almas mereciam zeloso e próximo acompanhamento. Os registros de óbitos, quando envolviam gente importante, heranças e outros motivos sensíveis, poderiam ser mais substanciosos. Tinham também essa função de caráter prático e útil nos desdobramentos do “post mortem”.

Em muitos registros, quando se apontava a “causa mortis”, aconteciam imprecisões e exageros tantos que permitem ao leitor múltiplas interpretações. Afinal, os religiosos pouco entendiam de medicina, mas nem por isso eram prudentes ao fazer suas anotações. Tornou-se, então, um desafio à imaginação descobrir o que poderia ter ceifado inúmeras dessas vidas. Tais procedimentos eram muito diferentes dos padrões oficiais de agora. De qualquer forma, esses documentos permitem compor um retrato da saúde e a doença nos tempos antigos, quando a morte chegava mais cedo e com mais frequência.

AO PÉ DA LETRA

O pesquisador Ismael Pordeus(1), se referindo aos sepultamentos na matriz de Quixeramobim (CE), conta que o vigário lavrava e assinava um termo, no qual fazia constar o nome do falecido, se era casado, solteiro ou viúvo, idade, o traje em que fora sepultado e se havia recebido os sacramentos. Ou se os tinha deixado de receber “por ter morrido apressadamente”. Desse termo ainda constava, o dia do sepultamento e, para que não pairassem dúvidas, que a pessoa havia “falecido da vida presente”, bem como a “causa mortis”. Diz mais, relacionando algumas delas, registradas em um Livro de Óbito do século XIX, ali existente:

“Repentinamente, de hua dor no ventre, de maligna, de catarro, de catarrão, de sarnas recolhidas, de ético, de moléstia interior, de estupor, de esquinencia, de espasmo, de dureza, de obstrução, de galico, de garrotilho, de cobreiro, de tosse, de tísica, de hu sirro, de feridas na garganta, de quebradura, de vomito, de inchação e de lombriga, […] de velhice, de dentada de cobra, de queda de cavalo, de couce de mula, de facada, de estrepada, de tiro, afogado e até de desgraça”

Via de regra, esse era o estilo dos registros por todo o país e Minas Gerais não ficava atrás. Com a morte não se brinca, é verdade, mas é impossível não sorrir diante de tais anotações, principalmente quanto ao motivo da morte.

Numa delas, pela desabusada adjetivação, se rotulou um indivíduo como predestinado à infelicidade, dizendo que “… se sepultou no Adro da Matriz de Santa Luzia a José Guayaba, pardo, demente e pobre”. Ou noutra, quando se enfatizou uma dentada, esquecendo o principal, que era o veneno e assim “… falleceo Antonio Cabinda, mordido de cobra […] encomendado e sepultado no cemitério da Igreja Matriz da Alagoa Santa.” E mais essa, em que se prestigiou o temido afluente do São Francisco, ao escrever,“… falleceo, afogada no Rio das Velhas, Maria Pereira crioula […] encomendada e sepultada no cemitério da Igreja Matriz da Alagoa Santa”.

Três registros curiosos.

Rezavam missas em latim mas, paradoxalmente, nos registros abusaram das palavras do português vulgar, talvez por desconhecimento da língua pátria. Os eclesiásticos, na sua carência de saber médico e científico, fizeram inúmeras anotações daquilo que denominavam apoplexia. Nesse caso, nada como apelar ao saber da própria igreja sobre a noção que tinham dessa patologia. O padre jesuíta Raphael Bluteau, autor do “Vocabulario Portuguez e Latino”, edição de 1712, diz que a palavra “derivase do verbo grego Apopleittein, ferir & causar estupor, porque a Apoplexia he hum mal que, como rayo, fere & derruba subitamente. He uma obstrução dos ventriculos do cerebro que, tapando as arterias do rete mirabile, impede as vias dos espiritos que sobem do coração & tira de repente todo o movimento.” Ou seja, para acidente vascular-cerebral pouca explicação e um bocado de fantasia.

“Causae mortis” frequentes no passado, segundo os registros paroquiais.

Também a sífilis matava muita gente. A doença venérea, era conhecida por mal gallico”“gallica” ou “morbo gallico” (em latim), pois seria uma doença do povo gaulês, por consequência dos franceses. Há quem diga ser um exagero se atribuir à sífilis tantos padecimentos, mas se encontra uma infinidade de registros com essa “causa mortis”. Um depoimento do viajante e explorador Richard Burton(2), quando esteve em Xique-Xique, na Bahia, ajuda a compreender como se encarava a sífilis:

“Ciríaco Ferreira era um negro velho alto e magro […] consultou-me, sem vergonha nenhuma, diante de sua mulher, a respeito de certa enfermidade “galicana”; aqui mesmo os brancos conversam sobre isso na presença das famílias, como se tratasse de um resfriado. As frequentes mutilações que agora começam a dar na vista procedem, sem dúvida, do uso, ou melhor, do abuso, dos mercuriais, aos quais acrescentam a ignorância e falta de cuidado dos pacientes, que, mesmo quando os ossos faciais estão atacados, continuam a tomar bebidas alcoólicas e rapé.”

As doenças venéreas, principalmente a sífilis, eram devastadoras. Como bem observou Burton, abusavam dos compostos mercuriais e, na ilusão da cura, entravam num processo de envenenamento contínuo, tanto que passaram a dizer: “uma noite com Vênus, o restante da vida com Mercúrio”

Mulher hidrópica (Por Gerrit Dou, 1663).

São frequentes as anotações de mortes por hidropsia, palavra rica de significados. O padre Bluteau grafava “Hydropesia” e explicou, “…inchação ou tumor preternatural do ventre, ou das pernas, ou do corpo todo, causada de uma agoa intercutanea, quando não há boa sanguinação no figado. Alem das três fortes Hydropesias, chamadas Ascitica, Tympanitica & Anazarca; há mais sette; a saber, […] a do cerebro […] a do bofe […] a do coração […] a do fel […] a do figado […] a do baço […] a dos rins, que não só causa grande sede, mas juntamente appetites sensuaes & inchação dos pés, com picadas no espinhaço. Heraclito Philosopho, feito hydropico não se quiz valer de outro remedio, que de bostas de boy, com que barrava o corpo. Julio Viator, cavalheiro Romano curou sua hydropesia com a constante abstinencia de todo genero de bebida.”

Faz sentido a observação de Viator, pois é por demais sabido que a doença costuma acometer quem não bebe com moderação. Nos tempos coloniais, não havia parcimônia ao consumir a famosa “branquinha”, que era recomendada efusivamente até pelos médicos.

Na infindável série de registros, cujas patologias eram descritas de forma genérica, se repetem os óbitos por encalhe, entopimento, fluxo de ventre“de quebradura ou por ter ficado rendido das virilhas, que é a mesma coisa. As chamadas “quebraduras”, geralmente eram hérnias, que acometiam principalmente os escravos, por carregarem peso em excesso. Ressaltando aquela misteriosa doença que, num átimo, segundo as palavras do vigário, liquidou uma jovem negra:

“Aos vinte e hum dias do mez de Abril de mil oitocentos e vinte e quatro annos, falleceo Anna crioula com dezoito annos de idade, escrava de Joaquim de Oliveira da Silva de dor aguda apressadamente: foi encomendada e sepultada no Cemeterio da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Saúde da Alagoa Santa. O Vigar.° encomed.° Manoel de Almd.ª Lima.”

Naquele mundo, em que muitas patologias eram desconhecidas, como as cardiovasculares, o sobrenatural servia para justificar vários óbitos. As expressões “morreu apressadamente”“quase de repente”“sem ferimento algum” são frequentes, e seriam apropriadas para os que partiram enfeitiçados. Esses assuntos tenebrosos eram levados muito a sério, tanto que o renomado cirurgião Luis Gomes Ferreyra, na sua obra “Erario Mineral” abordou o problema no título “Para curar enfeytiçados e ligados por arte magica ou maleficios” e ofereceu algumas receitas curativas prometendo excelentes resultados(3).

Informalidade total nos registros paroquiais.

Motivo “sui generis” foi atribuído, em 1842, à morte de uma senhora de Sabará, ocorrida durante a Revolução Liberal daquele ano, tal como consta no registro(4):

21 ago 1842, na Matriz, Dona Francisca Marcianna de Assis e Castro, cazada com o Capitao Anastacio José Goncalves de Abreu, brancos, faleceu segundo constou de susto da revolucao, por essa mesma causa, sem sacramento, porque estava distante da cidade e nao se podia entao andar pelos caminhos, foi de licenca minha acompanhada e encomendada pelo Reverendo Vigario Manuel Roberto da Silva Diniz e mais sacerdotes. O Vig.ro Encom.do Joao Alves Pacheco.”

Costodio Pinto, quinze anos – Lagoa Santa – morreu de morfeia. Será?

CASO À PARTE

Um caso à parte é a lepra. A doença, além de contagiosa, era repugnante e desde tempos imemoriais considerada como um sinal de impureza. O estigma, que foi absurdamente ampliado pela religião como sinal de pecado, taxava os portadores de amaldiçoados de Deus. Daí, passaram a lidar, de maneira muito imprudente, com um assunto estritamente do físico como se fosse da alma. Sobretudo na Europa, desde 1179, por determinação do II Concílio de Latrão, o isolamento passou a ser obrigatório e, se os doentes do mal de São Lázaro necessitassem andar pelas cidades, teriam que soar matracas alertando a população. Confundida com uma enorme variedade de dermatoses e mesmo com a sífilis, muita gente recebia o rótulo errado ao morrer. Além do padecimento em vida, o indivíduo que no registro de óbito era identificado como leproso, tinha seu sofrimento prolongado à eternidade.

A ignorância sobre a lepra chegou ao ponto de provocar a destruição de um importante arquivo histórico de Minas Gerais. Foi o que ocorreu com a documentação relativa à construção da Matriz de Nossa Senhora da Conceição, em Sabará (MG). O assassino da história teria sido um pároco cujo antecessor contraíra a doença e que, apavorado com risco de contágio, incinerou tudo aquilo que estivera em contato com o religioso.

QUERIDO IRMÃO

Por outro lado, havia gestos de delicadeza, como ocorreram ao se registrar(5) o óbito de um jovem e muito querido padre, Silvestre Pereira Coelho, em Pará de Minas (MG). Coube ao irmão José, também padre, interpretar os sentimentos e a comoção pela sua morte. Lavrou-se um texto de muita originalidade, que tem o estilo de uma reportagem:

“31 de marco de 1915 – Quarta-feira da Semana Santa, apos a Missa Solemne de Requiem e as encomendacoes e atribuicoes finais, por entre solucos e lagrimas e consternacao geral, foram, junto ao Altar da Immaculada Conceicao na Matriz desta cidade sepultados os preciosos despojos do meu querido e saudoso Irmao Padre Silvestre Pereira Coelho, sacerdote virtuosissimo e muito digno Coadjutor desta Parochia, nascido a primeiro de novembro de 1877, filho legitimo de meu sempre lembrado pai o Sr. Jose Pereira Coelho, ja falecido e de minha extremosa mae D. Maria Jose das Dores e Mello, recebeu ordens de Presbytero no Seminario de Marianna pelo Exmo. Senhor D. Silverio Gomes … Arcebispo desta Archidiocese, a 9 de abril de 1901, celebrando sua primeira missa a 14 do mesmo mez e anno nesta cidade; em 1906 foi nomeado Coadjutor, cargo que exerceu com muita dedicacao e proveito para a Religiao ate as vesperas de seu passamento, pois a 27 de marco, sabbado, esteve ate as 7 horas da noite no confessionario donde se levantou para nao mais voltar, sentindo apenas ligeira indisposicao, entretanto segunda feira 29 de marco as 11 ½ horas da noite, sem agonia e com a tranquilidade de um justo de um bem aventurado adormeceu no Senhor, tendo lhe eu administrado o Sacramento da Extrema Uncao indulgencia plenaria!

Despedida do vale de lágrimas, em versão do pintor Gustave Courbet (Musée d’Orsay – Paris).

A consternacao, as manifestacoes de sentimento de pesar que tao doloroso acontecimento causou entre o povo, bem como os funeraes e todos os suffragios a imprensa local em linguagem a mais doida e em termos os mais sentidos descreve com minuciosidade, como homenagem ao querido e saudoso morto, para consolo e conforto a todos nos seus parentes e amigos e para edificacao aos v… addicionarei no fim deste livro os jornais desta cidade que se referiram a tao lastimoso acontecimento; transcrevendo neste termo apenas um p… do noticiario da cidade onde se le:

= O Padre Silvestre era idolatrado coracao aquecido nas chammas vivas da fe. Foi d’aqueles homens rarissimos que, passando pela vida, nao deixam um traco sequer d’um sentimento mao, na sua phisionomia, sempre iluminada por um sorriso bom, havia reflexos da divindade; O Amor de Deus e o amor ao proximo fizeram-lhe o coracao repleto de bondade.

“… faleceu Antonio, parvolo, com oito dias de idade […] sepultado dentro da Igreja de Nossa Senhora da Saude da Alagoa Santa”.

Seu espirito foi sempre lago tranquilo dourado pela graca divina. Eleito do Senhor, rocou, apenas de leve, a vida, por cuja estrada de espinhos, arrastou seu corpo de crianca, fragil … que abrangia toda grandeza de seu ser moral. A morte lhe foi certamente, cara e despojada, porque alguma cousa de pequeno que a materia encerra com a materia ficou, para repasto dos vermes, com o trespasse, a alma voou, luminosa e liberta. O espirito nao se abalou com a duvida da viagem misteriosa. O ardor de sua crenca, a firmeza de sua fe, a inabalavel conviccao nas promessas de seu Deus, dir-lhe-iam, no momento supremo que os justos podem lancar sem receio, o fraco batel sobre as ondas do mar desconhecido. E no Ceo a morada dos justos.

O Padre Silvestre falleceu com 37 anos, 3 meses e 29 dias. Havendo vivido pouco, completou o espaco d’uma d… vida e recebeu a recompensa d’uma virtude consumada. Era agradavel a Deus a sua alma, por isso Elle se apressou a tiral-o deste Valle de lagrimas. Querido Irmao e grande amigo, o teu fragil corpo descansa no silencio do tumulo, mas a tua alma, saudosa subiu alegre e satisfeita a luminosa … dos justos a gosar da suprema felicidade e ahi, bem junto de Deus, continua ser o Anjo Protetor desta Cidade intercedendo por mim, pela nossa extremosa mae e irmaos e por todos os teus filhos espirituais, entregues as maguas da mais profunda saudade. // Rev. Jose Pereira Coelho.”

Antigamente, tal como aconteceu com o padre Silvestre, muita gente era precocemente retirada do vale de lágrimas. E muito dolorosamente os milhares de párvulos do latim parvulus, pequenino, criança ainda – que, em virtude da vida breve, eram registrados com pouquissímas palavras. Esses, certamente, viraram anjos.

Por Eduardo de Paula

(1) PORDEUS, Ismael – Revista do Instituto do Ceará – ANNO LXX, 1956 – “Antônio Dias Ferreira e a matriz de Quixeramobim”, p. 209. 

(2) BURTON, Richard – “Viagem de canoa de Sabará ao oceano Atlântico”, Itatiaia Editora, 1977, p. 263.

(3) FERREYRA, Luis Gomes – “Erario Mineral”, Lisboa, 1735, p. 195. 

(4) OLIVEIRA, Vânia Lúcia de – Centro de História da Família, filme 1252318, item 5, óbitos em Sabará (MG), fl. 15 verso.

(5) OLIVEIRA, Vânia Lúcia de – Centro de História da Família, filme 1285144, item 9, óbitos da Paróquia de Nossa Senhora da Piedade, Pará de Minas, Diocese de Divinópolis (MG), fl. 14, 14 verso e 15.

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6 Comentários »

  1. Sou de Santa Luzia e tenho interesse especial em genealogia. Em pesquisas por conteúdo na internet, encontrei o blog Sumidoiro e fiquei maravilhado com os relatos, informações e imagens.

    Gostaria, se possível de ter a oportunidade obter mais informações e fontes sobre a família de Angélica Ribeiro, esposa de Bernardo Vianna.

    Atenciosamente, Mário Mendes Neto.

    Comentário por Mário Mendes Neto — 29/02/2012 @ 7:06 pm | Responder

    • Mário:
      Muito obrigado pelo gentil comentário. Tenho muita vontade de escrever a história de Angélica, mas querer não é sinônimo de poder. De qualquer maneira, quem sabe, um dia vou conseguir? Entrarei em contato com você por seu endereço de email.
      Cordialmente,
      Eduardo de Paula.

      Comentário por sumidoiro — 29/02/2012 @ 9:07 pm | Responder

  2. Eduardo: Os textos são muito curiosos e nos remetem a emoções passadas, ilustrando muitos fatos. Vejo que herdou a veia poética da família Vianna de Paula. Parabéns, abraços, Virgínia Maria Penna Vianna de Paula

    Comentário por Virgínia Penna Vianna de Paula — 26/06/2013 @ 8:37 pm | Responder

    • Querida Virgínia:
      Para mim é uma alegria receber suas gentis palavras.
      Pretendo continuar nessa minha aventura de escrever, embora seja novato nesse mister.
      Um afetuoso abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 26/06/2013 @ 10:07 pm | Responder

  3. Excelente, Eduardo! Mais um trabalho convincente de quem se diz “novato no mister”.
    Vai aqui um abraço.
    Pyramo

    Comentário por José Celso da Silva Pyramo — 02/02/2014 @ 12:26 pm | Responder

    • Olá José Celso:
      Continuo novato e agradeço seu comentário.
      Um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 02/02/2014 @ 2:25 pm | Responder


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