Sumidoiro's Blog

01/02/2020

HISTÓRIA ETÍLICA

Filed under: Uncategorized — sumidoiro @ 7:54 am

♦ O golo, o riso e o tombo

 Uma bebida alcoólica criada pelos homens, é também muito apreciada pelas mulheres. Pelo fato de conter açúcar, oferece a elas especial prazer. Além da embriaguês e palavras soltas, provoca tremendas dores de cabeça, tanto nas mulheres quanto nos homens. O nome do agente é ponche. Tempos atrás esteve muito em moda, menos agora.

Ingleses preparando punch.

      De golo em golo a sonora palavra foi ganhando fama, até chegar ao Brasil. Nomeia uma composição alcoólica que não é de boa estirpe, uma vez que é produto da mistura de vários ingredientes e está sempre aberta às mais diferentes receitas. Quanto à sua origem, há informações de que, na Índia do século XVII, já bebiam essa criação artesanal. Entretanto, à medida que se investiga o punch, mais nítido fica que seria oriundo de lugar ainda impreciso.

De fato, há notícias de seu consumo na Índia e uma referência remete ao ano de 1632. Está em uma carta de Robert Addams, militar de armas da Companhia das Índias Orientais. Foi escrita de seu posto no sul do país, para o administrador Thomas Colley, que se encontrava na baía de Bengala. Nela passa um recado*: “Espero que você mantenha a boa casa unida e não permita punches sem consentimento”. — * 28 de setembro de 1632.

Novamente na Índia, então em 1638, surge outra notícia do punch. Consta de um relato do aventureiro alemão Johan Albrecht de Mandelslo(1), de quando esteve na fábrica da Companhia das Índias Orientais, em Surat*. Disse ele: lá “todo homem tinha liberdade para beber o que bem quisesse e misturar o “sack”** como julgasse adequado e ainda beber Palepuntz, que é um tipo de bebida composta de aguardente, água de rosas, suco de limão e açúcar”. – * Surat: cidade ao centro-oeste da Índia (estado do Gujarat). / ** Sack: conhaque produzido na Espanha.

Sir Bourchier preparando punch. /  J. A. Mandelslo viajante à Pérsia.

Vinte e cinco anos mais tarde, em 1653, foi a vez do aristocrata francês François de La Boullaye-Le Gouz(2) definir, em suas palavras, o que seria o punch. Em seu diário está anotado:

“Bolleponge é um termo inglês, para nomear uma bebida que os ingleses consomem na Índia”.

Prosseguindo, em 1678, o agricultor inglês John Worlidge também fez referência ao punch, no seu livro Vinetum Britannicum. Disse ele:

Pale-puntz, aqui na Inglaterra, é um drink composto de brandy ou aguardente, suco de limão, de laranja, açúcar; ou coisas parecidas. É muito comum, entre aqueles que viajam pelos mares, terem a bebida disponível em uma larga vasilha.”

Entretanto, quando o punch tornou-se uma bebida aristocrática, preparavam-no em uma grande tigela de porcelana chinesa. Ou seja, custava caro, de modo que só os mais aquinhoados podiam cumprir com perfeição o ritual etílico. Uma comprovação está em um quadro de 1744, do pintor George Knapton(3), no qual retrata sir Bourchier Wrey(4), mostrando a bebida durante uma viagem de navio. Na borda da vasilha está escrita uma frase de Horácio(5), escritor romano:

Dulce est desipere in loco.Ӄ doce enlouquecer de vez em quando.

POR TODA PARTE 

Mais uma pista sobre a origem do punch, estaria na sua relação com o número cinco. Assim é que, na Grécia antiga, segundo testemunho do escritor Athenaeus(6), havia uma bebida com o cinco:

“Aristodemus diz que, no terceiro dia do festival Scira, há disputas em Athenae (cidade de Atenas), quando homens jovens disputam corridas tendo nas mãos um ramo de videira carregado de frutas, chamado oschus. O percurso vai do santuário de Dionysus* ao santuário de Athena Sciras, onde o vencedor toma um cálice**, dito como pentaploa, e banqueteia com os demais competidores. O conteúdo do cálice (pentaploam) contém 5 ingredientes (cinco = penta). São vinho, mel, queijo, farinha e um pouco de azeite.” — * Dioniso é Baco, em Roma. / ** Cálice, em grego “kalyx”: tigela larga para bebidas.

Volta e meia, outros dizem que o cinco também tem a ver com o punch. Assim está no dicionário Littré(7), mostrando que punch remete ao persa panj (پنج), ou seja, cinco, servindo para nomear uma bebida de cinco ingredientes. Seriam chá, aguardente, canela, limão e açúcar.

Endossando a mesma ideia, o dicionário Merriam-Webster(8) afirma que panj é derivada do sânscrito pañca, que se desdobrou em pañcāmṛta. Esta palavra significaria “cinco néctares (dos deuses)“, ou seja, cinco ingredientes: leite, queijo branco, manteiga, mel e açúcar. Outra palavra relacionada é pañcapātra, “conjunto de cinco cálices para beber em libações”. * Libação: no caso, beber em honra aos deuses. 

Exagerados aproveitando a vida e o punch.

De fato, para o punch a receita sempre foi livre. Nesse sentido, mais uma apareceu na imprensa de Londres, relatada por Alfred Huguenet, velho oficial da Armada da África e do México, depois republicada no jornal francês “Le Vétéran”. Certamente, soa como uma invencionice do autor, mas não deixa de ser curiosa:

“Um dos mais famosos punches foi oferecido, em 1694, pelo almirante Edward Russel – comandante da frota do Mediterrâneo – a seus oficiais no palácio da Sociedade de Alicante. Havia 6.000 pessoas, e o recipiente para o punch foi um tanque de mármore no qual despejaram 400 litros de conhaque, 500 litros de vinho licoroso de Málaga, 100 litros de suco de limão, 300 quilos de açúcar branco, dois quilos de noz-moscada, trezentos biscoitos tostados e 1.400 litros de água. O tanque estava coberto por uma tenda muito elegante. Servia, por um lado, para evitar a evaporação e, por outro, como proteção da chuva que poderia cair.** “Le Vétéran”, Paris, 04.09.1904, nº 36.

Pois bem, da Inglaterra o punch se espalhou por toda a Europa. Na França vicejou com força, pois quase tudo era pretexto para beber punch, quente ou frio. Por exemplo: durante encontros em datas festivas, homenagens ou despedidas, reuniões políticas e onde mais se possa imaginar. Até como medicamento, era utilizável em várias patologias ou apenas como fortificante. O jornal “Les Pays” (Paris, 02.05.1891) dá uma ideia das afinidades com a bebida:

“O grupo marxista-guesdista* ofereceu, na noite passada, na sala Vantier, avenida Clichy, um punch de boas-vindas aos delegados operários da província.” — *  Guesdismo: doutrina política do líder Jules Guesde, dominante entre os socialistas da Internacional Operária, até 1914.

 “Socialistas Independentes do 7e arrondissement — Reunião no Poço Artesiano, à 1 hora e meia, onde se organizará por grupos, na Place de l’Opera, de lá passando diante da Câmara, depois de atravessar a Esplanade des Invalides. […] Detalhe especial que deve ser levado em conta. Os manifestantes devem portar na lapela um medalhão vermelho com a insígnia composta de um boné frígio e um ramo de oliveira. […] Em seguida a essa reunião, haverá um baile e punch após coleta de dinheiro.”

Naquela barafunda etílico-política em que estava metida a França, o “Le Pays” mostrou mais essa:

“Comitê Revisionista do bairro de Père-Lachaise — Grande punch-conférence, seguida de concerto e baile à noite. […] Entrada: 50 centavos, dando direito a um punch e gratuita para crianças menores de 14 anos. […] / Quartier de la Gare (estação) — O comité socialista revolucionário do 13e arrondissement, aderente ao Comité Central Socialista Revolucionário; às 8 horas e meia da noite […] grande punch conférence, seguida de concerto, sob a presidência de honra do proscrito Henri Rochefort. Entrada com direito a uma consumação: 60 centavos, gratuita para crianças abaixo de 14 anos.”

Auguste Grassot e propaganda do seu punch.

Além do mais, o punch – bebida e palavra multifuncional – serviu como tema jornalístico, literário, teatral, musical, humorístico, etecétera e tal. Nesse sentido, uma referência é o ator Paul-Louis-Auguste Grassot(9), amante da bebida e criador de uma nova receita.

Isso se deu no Café Minerva – em Paris –, quando esteve sob sua direção, sendo o produto batizado com o nome Punch Grassot. Pois bem, tal foi o sucesso da beberagem, que passou a ser produzida e engarrafada em larga escala, de modo a  ser vendida nos cafés da cidade e região.

Depois disso, quando a bebida já estava presente em quase todas as bocas, os teatrólogos Grangé e Delacour produziram uma peça humorística intitulada Punch Grassot*, cujo personagem principal é o dito Grassot. A estreia ocorreu no Palais Royal, em 02.10.1858, seguida de retumbante sucesso. Com mais essa publicidade, a embriaguês e os risos se espalharam por toda Paris. Na peça, tão logo as cortinas se abriam, adeptos do punch cantavam em coro:

Amigos, vamos beber,
Esse requintado punch.
Maravilha!
Sem igual!
Quando toda Paris conhecer,
Toda Paris beberá!

Punch, santo remédio: cura tísica, cura cólica, cura gota.

Em Portugal se dizia ponche… Lá, o padre e pregador real José Agostinho de Macedo(10) tornou-se um adepto do ponche, tanto para beber como para produzir literatura. Munido do seu estilo sempre ferino, Macedo denegriu os bebedores de ponche no livro “O Desaprovador”, publicado pela primeira vez em 1816. Numa primeira abordagem, diz:

“Deixe os ociosos dos botequins, o ponche dá cabo deles* e a fome, em breves audiências, os leva aos cemitérios.” — * Dá cabo deles: os destroi.

E, na sequência, lança farpas aos políticos:

“É um mal da sociedade, porque é um empecilho aquele político do canto do botequim, metido por arbitrista* por devoção, sem que viva-alma lhe peça projetos de melhoramentos, falando de tudo, como se tudo lhe fosse tão conhecido como os cantos e recantos da hedionda pocilga**, onde de noite vai dar com os ossos, senão ralados de forma habitual, ao menos cariados*** de ponche…” — * Metido a árbitro. /  ** Pocilga: criatório de porcos. / *** Cárie: ulceração ou corrosão progressiva.

Sangria e receita de quentão, para ficar grogue (11).

Quando o punch atravessou o Atlântico, veio a se instalar com força também no Brasil. Principalmente pela mania da elite imitar as modas de Londres e Paris. Outra bebida, vinda da Europa, foi a sangria*, mistura de vinho tinto, frutas frescas, água e um pouco de cachaça. Como refresco calha muito bem, quando se acrescenta umas pedras de gelo. Assim, desse líquido cor de sangue até as crianças tiram proveito. — * Sangria: devido à coloração cor de sangue. 

Mais uma vez e a propósito de louvar os santos da igreja católica, surgiu o genuíno punch brasileiro, denominado quentão, obrigatório nas friorentas e democráticas Festas Joaninas*. Do mesmo modo que os outros, é uma mistura alcóolica com frutas, água e outros vegetais aromáticos. — * O ápice é no dia de São João (daí, joaninas ou juninas), 24 de junho (mês da deusa Juno, esposa de Júpiter).

PALAVRA SE DESDOBRA

Em 1928, Nos Estados Unidos, perceberam um dano cerebral que acometia os lutadores de boxe. A patologia recebeu o nome científico de demência pugilística (dementia piuglistica). Quem tocou no assunto, pela primeira vez, foi o médico Harrison Stanford Martland(12). Suas palavras:

“Há algum tempo, adeptos e promotores de um certo tipo de luta, reconheceram uma condição peculiar entre lutadores que, em linguagem comum, denominam “punch drunk” (soco bêbado). Dizem que os apreciadores da luta denominam as pessoas com esses sintomas de “cuckoo” (cuco), “goofy” (pateta), “cutting paper dolls” (bonecos de papel) ou “slug nutty” (lesma de nozes). Quem fica bêbado com os socos, geralmente pugilistas pobres, sofre danos consideráveis na cabeça.”

Harrison Stanford Martland dando aula sobre o punch.

Depois disso, quando o termo pugilismo foi incorporado ao vocabulário como termo de luta de boxe, a grafia e a pronúncia fizeram com que as palavras se cruzassem – punch, tanto a bebida, quanto o soco –, assim podendo gerar confusão. Por isso, é preciso buscar no latim onde, de outro modo, também se enraizam as palavras pugilist (pugilista)(13) e punch (soco)(14), contudo com significados diversos da bebida.

Seja lá como for, punch bebida ou soco, ou mesmo o quentão, com todos eles é preciso ter cuidado, podem levar a um nocaute!

Texto, tradução e arte por Eduardo de Paula

Revisão: Berta Vianna Palhares Bigarella

——

(1) MANDELSLO, Johan Albrecht de – (Schönberg, *15.05.1616 / Paris, †16.05.1644) Aventureiro alemão. “Voyages and Travels into the East Indies”, 1669.

(2) GOUZ, François de La Boullaye-Le – (Baugé, França, *c.1610 / Ispahan, Irã, †1668) Explorador e diplomata francês. Partiu para a Pérsia, em 1664, a serviço da Companhia Francesa das Índias Orientais, com o título de embaixador acreditado por Louis XIV.

(3) KNAPTON, George – (*1698 / †1778) Pintor retratista inglês.

(4) WREY, Sir Bourchier – Sexto baronete, título da baixa nobreza (*c. 1715 / †13.04.1784).

(5) FLACCUS, Quintus Horatius – (Venúsia, *08.12.65 a.C. / Roma, †27.11.8 a.C.) Poeta lírico e satírico e filósofo. — “Dulce est desipere in loco”: conselho de Horácio a Virgílio, na Ode IV, 12, 28.

(6) ATHENAEUS, Naucratites – (Neucratis, Egito, *c.170 / †depois de 223) Erudito grego e gramático. 

(7) LITTRÉ, Emile – (Paris, *01.02.1801 / Paris, †02.06.1881) Lexicógrafo e filósofo. Autor do “Dictionnaire de la Langue Française”.

(8) Merriam-Webster, o mais completo dicionário estadunidense de inglês corrente.

(9) GRASSOT, Paul-Louis Auguste – (Paris, *25.12.1800 / Paris, †18.01.1860).

(10) MACEDO, José Agostinho de – (Reino de Portugal, *11.09.1761 / Lisboa, †02.10.1831) Padre, escritor e pregador Real. Um expoente do século XIX que, em Portugal, combateu os Jesuítas, o Liberalismo e a Maçonaria. Possuidor de vibrante inteligência e admirável memória, foi odiado pelos adversários.

(11) Grogue é, na verdade, uma aguardente de cana de açúcar, típica da ilha de Cabo Verde.

(12) MARTLAND, Harrison Stanford – (Newark, USA, *10.08.1883 / Newark, USA, †01.05.1954) Patologista estadunidense. / Trabalho publicado no “Journal of the American Medical Association”, em 1928.

(13) PUGILIST – pugilista, aquele que luta. Etimologia: do latim pugnus = punho; que gerou pugna = luta; que gerou pugnare = pugnar, o mesmo que lutar.

(14) PUNCH – do latim PUNCTIONEM (nominativo, punctio). Em português, PUNÇÃO – ferramenta para furar, picar ou gravar mediante pancada(s). / Em medicina – fazer PUNÇÃO com instrumento pontiagudo, de modo a retirar ou introduzir numa cavidade ou tecido, material ou líquido.

10 Comentários »

  1. Eduardo, bastaria a citação de Horácio – “Dulce est desipere in loco.” – para ter valido a pena a leitura de seu último texto. É doce enlouquecer de vez em quando para não se enlouquecer definitivamente, e a bebida é que nos permite essa loucura por tempo determinado. Há, no entanto, que ter cuidado, como você nos alerta no final do texto, pois o punch – tanto a bebida quanto o soco – pode levar-nos a um nocaute. O que mais aprecio nos seus escritos é o cuidado com as palavras que muito se parece com o zelo daqueles que sabem beber, daqueles que, com sabedoria, tiram proveito do que a vida nos oferece de melhor. Um grande abraço.

    Comentário por Pedro Faria Borges — 04/02/2020 @ 2:55 pm | Responder

    • Pedro:
      Quando não somos muito certinhos, é doce enlouquecer um minutinho com um ponche ou um quentão. Soco no queixo não! Muito obrigado e um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 04/02/2020 @ 6:26 pm | Responder

  2. Sim, de fato temos que ter a consciência etílica! Excelente observação, Eduardo.
    Abraço do amigo do hotel.

    Comentário por Marcel Giuliano — 05/02/2020 @ 6:40 am | Responder

    • Caro Marcel:
      Concordo com sua opinião. E tem mais, se eu pudesse, montaria uma fábrica de bom humor engarrafado, para servir junto com o ponche.
      Muito obrigado e um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 05/02/2020 @ 9:07 am | Responder

  3. De um ponto a outro: da bebida à luta de boxe, a palavra caminhou bastante. Obrigada, Ydernéa

    Comentário por Ydernéa — 19/12/2020 @ 9:54 pm | Responder

    • Ydernéa:
      Grato também eu fico, tendo você como leitora. Um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 20/12/2020 @ 7:01 pm | Responder

  4. Nunca tive problema com o ponche. Mas é verdade que não bebi dele muitas vezes. Mas a Sangria… Bebi uma única vez para nunca mais. Tudo fermentou dentro de mim. Foi um horror. Já o quentão está faltando uma informação importante na receita: pinga boa. Porque se for da ruim a ressaca é horripilante. Meu pai era bom no preparo do quentão. Tinha até uma barraca para distribuir quentão gratúito na festa de São Pedro no Pentáurea Clube. Era comum os diretores do clube dizendo que qualquer cachaça servia devido as especiarias. E ele negava. Tinha de ser cachaça da melhor qualidade. Gostava da Viriatinha daqui da minha região.

    Comentário por sertaneja — 29/12/2020 @ 11:54 am | Responder

    • Sertaneja:
      Eu também não aprecio essa receita, que dá direito a fortes dores de cabeça.
      Muito obrigado, Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 29/12/2020 @ 6:41 pm | Responder

  5. Diverti-me, pela segunda vez, com seu texto. Muito obrigada, mais uma vez, por me fornecer tanta informação. Ydernéa

    Comentário por Ydernéa — 21/05/2021 @ 11:36 am | Responder

    • Ydernéa:
      Fico feliz por ter lhe propiciado uma leitura alegre. Muito obrigado, Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 21/05/2021 @ 1:46 pm | Responder


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