Sumidoiro's Blog

01/10/2018

A GÊNESE DO SACANA

Filed under: Uncategorized — sumidoiro @ 7:53 am

♦ Palavrão apimentado

Como se diz sacana em inglês? Não é possível… E em francês? Não é possível… Mas, então em espanhol? Também não é possível dizer. Veio de sakana, mas não é a mesma coisa. É intraduzível, tal como saudade… Ao longo do tempo, a descendente foi se ampliando em significado e mudou a grafia. Tem conexões com uma especiaria que era produzida no oriente, a pimenta. Pois são boas as referências históricas que permitem esse entendimento.

Diabo sacana seduzindo o moribundo.

Post - Dizem que o sacana vem da Ásia, é muito provável que seja verdade… Devido a queda de Constantinopla*, em 1453, o caminho que ligava o ocidente ao oriente foi bloqueado. Era conhecido como Rota das Especiarias, aquela que remontava à antiguidade greco-romana, frequentada por mercadores e viajantes mais afoitos. Com a sua interrupção, o fluxo de mercadorias foi estancado e os paladares mais sofisticados da Europa sentiram falta das valiosas pimentas-do-reino, que até então chegavam da Índia. — * Constantinopla: capital da atual Turquia. 

A dieta do povo português foi pouco afetada, porque se resumia a pão de trigo ou centeio, legumes, couves, favas e grãos, frutas, mel, vinho e azeite. Para ele, as carnes eram quase um luxo. Porém os consumidores de proteína animal, evidentemente os mais ricos, sofriam com o fechamento da rota e não aceitavam voltar à antiga condição da dieta insossa. Faltavam-lhes, além da pimenta, a canela, o cravo, o gengibre e a noz-moscada.

Apesar de tudo, as restrições perduraram por quatro décadas, até que dom Manuel I, rei de Portugal, incumbiu Vasco da Gama de viabilizar um caminho por mar que levasse à Índia. De sorte que, tão logo a tarefa foi aceita, o navegador partiu de Lisboa em 1497, tendo aportado em Calecute no ano de 1499.

Em seguida, houve uma segunda expedição, em 1502, com o objetivo de implantar um posto avançado no oriente e consolidar uma melhor rota. O caminho marítimo ficou conhecido como Carreira da Índia.  

Primeira rota de Vasco da Gama. / Pouco além de Goa, até extremo sul, a Costa de Malabar.

Álvaro Velho, um dos embarcados na primeira viagem de Vasco da Gama, trouxe notícias da Índia, dizendo:

“Desta terra Calecut que he chamada Indea Alta (Índia Alta) vay a espiciaria que se come em ponente (poente, oeste) e em levante (leste) e em Portugall e bem asy em todas as provincias do mundo. Asy mesmo vam desta cidade chamada Calecut muitas pedras preciosas de toda sorte […] em esta dita cidade ha de sua propria colhença (colheita) esta espiciaria que se segue: muito gyngivre e pimenta e canela …” — (Relato de Álvaro Velho, passageiro da primeira viagem de Vasco da Gama.) 

PIRATAS SACANAS

Paralelamente à história da pimenta, é preciso destacar as memórias de Marco Polo(1) de quando viajou pelo oriente, mais de 200 anos antes de Vasco da Gama. Passando pela Índia, o aventureiro esteve em Malabar, região costeira a sudoeste do país e contou algo do que viu:

“Malabar é um largo domínio da Grande Índia […] O povo é governado por seu próprio rei, que é independente dos demais […] Tanto aqui (Malabar), como no reino do Guzerat […] há inúmeros piratas que o tempo todo percorrem essas águas com mais de uma centena de pequenos barcos, apreendendo e pilhando todos os navios mercantes que adentram nesse caminho. Eles levam consigo suas mulheres e seus filhos, de todas as idades, que continuam em sua companhia durante todos os períodos de verão. 

De modo que nenhum navio possa fugir deles, ancoram seus barcos à boa distância (cerca de 8 km). Durante o cerco, vinte barcos ocupam um enorme espaço. Quando uma embarcação surge à vista deles, produzem um sinal com fogo ou fumaça. Depois, quando todos se aproximam, capturam o navio que tenta escapar. 

Nenhuma injúria é produzida aos tripulantes mas, tão logo se apoderam do carregamento, eles os remetem de volta à terra, recomendando que façam novo carregamento. Porém, se retornarem ao mar e passarem por eles, outra vez serão saqueados.” — (Relato de Marco Polo a Rutischello da Pisa, quando presos em Pisa, no ano de 1295.)

Oeste da Índia banhado pelo Mar Arábico. / Destaque em amarelo: Costa de Malabar.

Depois da ocupação portuguesa, que teve início em 1510, foram se avolumando os carregamentos pela Carreira da Índia, nos dois sentidos. Ao mesmo tempo, houve a dispersão pelo mundo de várias espécies vegetais, nisso incluindo as nativas da Ásia, África, mas também as das terras recém descobertas da América. Uma delas foi a pimenta malagueta que, de acordo com opiniões divergentes, seria originária da Guiné – noroeste da África –, ou talvez da América. 

Porém, tendo em vista o alto valor das cargas transportadas, os navios eram amiúde saqueados por piratas, quaisquer que fossem suas pátrias. Dentre os mais temidos, havia os que frequentavam o mar Arábico – subdivisão do oceano que banha a costa oeste, ou seja, o Índico. Eram os chamados sakanas*, que viviam em duas províncias, a de Ahmendabad e a de Surat, ambas na região do Guzerat**. De lá, saíam a praticar suas rapinagens, avançando até lugares bem longínquos. — * Os sakanas às vezes são ditos como bawarij, devido ao nome dos seus barcos: barja. /  ** Guzerat: região ao norte da Índia.

Castelo de Surat, no rio Tapti, construído (1540-46) por ordem do sultão Mahmood III. 

Em 1608, o primeiro representante da East India Company* – pertencente aos ingleses – chegou a Surat, com propósitos comerciais. Em 1612, o imperador Jahangir deu autorização para que a companhia lá construísse uma fábrica e um porto. Em 1619, os ingleses estavam definitivamente instalados, captando ou produzindo mercadorias muito disputadas, para depois distribuí-las. O negócio foi crescendo, de modo que passaram a exportar algodão, seda, tintura para tecidos, salitre, chá, ópio, etc. Todos esses ítens eram muito cobiçados pelos sakanas — * Companhia inglesa criada para implementar o comércio na Índia.  

Pois bem, entre 1672 e 1681, outro inglês, chamado John Fryer, conheceu muito bem a Índia e deixou suas impressões em “A New Account of East India”. Numa passagem do livro, disse ele:

“Tendo deixado a foz do rio de Surat (rio Tapti), prosseguimos em direção à costa embarcados, até que atingimos […] a ilha de Diu, o ponto mais a leste da baía de Cambaia, sendo que mais adiante se abre a foz do rio Indus. Em Diu situa-se a fortificação costeira mais ao norte, que possui Portugal. Tão antiga e fortificada, não há outra igual.

[…] Em certo momento, navegando no oceano Índico, com o vento soprando do nordeste, mantivemos as velas recolhidas ao aguardo dos ventos do sul, que veio antes do que esperávamos. Nesse lugar, com toda sua largueza de águas, os piratas sindanians (no modo de dizer dos ingleses) usam de sua malícia para envolver os mercadores que, desarmados, não têm como resistir à sua avidez ilimitada, e se tornam submissos à sua ira sem limites […]

Eles são igualmente cruéis e tão selvagens como os malabares (piratas da costa de Malabar), mas não tão ousados, a ponto de se aventurarem mais distante nestes mares, especialmente quando chega o inverno, e se retiram com o seu saque deplorável para a costa de Sindh, até alcançarem as cavernas onde depositam o produto dos seus roubos. Contudo, não se atrevem a competir com os malabares…”

← Porto de Debal, a 65 km de Karachi.

Depois dos assaltos, os sakanas fugiam em direção ao porto de Debal(2) e, dali, se encaminhavam para as cavernas onde depositavam o produto das pilhagens. O porto e o esconderijo ficavam na província de Sindh(3), o que fez os ingleses lhes atribuírem o apelido de sindanians ou sanganians, porém outros, diziam sakanas. Então é sugestivo que, na língua portuguesa, acabaram por virar sacanas, essa é uma sugestiva probabilidade.

Um historiador, o indiano Khafi Khan(4), que viveu por volta de 1663-1731, assim descreveu os sakanas:

“… são notórios pelas suas piratarias e atacam, de tempos em tempos, os barcos menores vindos de Bandar (na Pérsia) e Mascat (Mascate, na Arábia). Eles não se aventuram a atacar os barcos maiores, que transportam peregrinos”.

Ao correr do tempo e tirando proveito das facilidades, alguns europeus também passaram a cometer pilhagens naqueles mares, o que fez com que lhes servisse o mesmo título de sakanas. Pois sim, a palavra já estava extrapolando seu sentido original, de sorte que há uma observação do citado Khafi Khan:

“Os ingleses agiam de maneira reprovável, do mesmo modo que os sakanas.”

Como se vê, tanto na forma quanto no conteúdo, o termo sakana do oriente está correlacionado com o outro, o sacana assimilado pelo ocidente. E mais, com o acréscimo da sacanagem e do sacanear, esse trio veio enriquecer a língua portuguesa. Contudo, nos dicionários, o verbete continua muito vago, como se percebe ao ler o Houaiss(5):

⊂ Sacana — adjetivo e substantivo de dois gêneros. / 1. Também que ou quem é libertino, devasso, sensual [uma alcoviteira de (pessoas) sacanas]. / 2. Também pejorativo: que ou quem tem mau caráter, que ou quem ludibria ou aufere vantagens que caberiam a outro(s); finório, espertalhão [aqui só tem comerciantes sacanas, querendo nos enganar], [não faça negócios com ele que aquilo é um sacana de marca]. / 3. Informal: que ou aquele que é brincalhão, de espírito crítico ou trocista, que faz comentários ou brincadeiras divertidos ou perversos, mas com graça, a respeito de seres ou de coisas; gozador. / 4. Por extensão; informal: qualquer pessoa [se aquele sacana aparecer, dê-lhe um abraço por mim]. || Etimologia: origem duvidosa.

Pimenteira-do-reino trepando numa árvore. / Ramo com pimenta./ Pimenta elaborada.

PIMENTA COM FORÇA

Como se verá adiante, o demoníaco sacana se disseminou pelo mundo e tem se mostrado de muita utilidade para atazanar as pessoas. No português, serve para adjetivar infindáveis coisas da natureza, o homem, o gato, o macaco, o escorpião, a urtiga, a água-viva, etc. Até mesmo uma pedra no caminho pode tê-lo como adjetivo. Nessa lista, caberia ainda a pimenta-do-reino, que embora não seja necessariamente sacana, pelo menos é fruto de uma trepadeira. Nesse aspecto, não se pode dizer o mesmo de outras pimentas

A planta produtora da pimenta-do-reino era conhecida como pipepeira negra, como esclarece o frei José Mariano Velloso, no livro “A Pipereira Negra”, editado em Lisboa, em 1798. Hoje, a espécie é cultivada em larga escala no Brasil, particularmente na Amazônia. Seu nome científico é Piper nigrum – pimenta negra , embora sofra variações na cor, dependendo do seu estado de maturação.

Post - JardineiroA guardiã das Marias-sem-vergonha querendo contratar jardineiro.

No rol dos vegetais, há também a Maria-sem-vergonha, uma espécie floral “libidinosa”, com o perdão da palavra. Essa Maria não tem limites e se alastra sem pudor, prolifera tão rápido que lhe deram o nome científico de Impatiens*. Popularmente é conhecida como beijo, pois basta que um simples raminho toque a terra, para dele nascer outra. Pior que ela só a tiririca(6)! Muito curioso é que as pimentas despertam com força o sentido do paladar, contudo prazerosamente, o que se torna uma sacanagem do bem. — * Impatiens walleriana.

Embora existissem várias qualidades de pimentas, tanto lá nas terras do oriente, quanto do ocidente, foram os portugueses os que mais contribuíram para espalhar algumas delas pelo mundo. Em Moçambique – ex-colônia africana de Portugal –, atualmente tem sido cultivada a espécie que é denominada piri-piri.

Em vários países da África dão esse nome às pimentas em geral. No caso da piri-piri moçambicana, trata-se da malagueta. Todas elas, devido ao cultivo e preparo, podem diferir em suas ardências ou, dizendo mais explicitamente, “quenturas”. É possível que piri-piri seja uma corruptela de piper – pimenta em latim – e, de onde também deriva a planta pipereira.

É de se notar que a palavra piri-piri é aparentada com pepper, que é pimenta em inglês. Simultaneamente, a palavra remete para o Old English (inglês antigo) pipor; relacionada com o Holandês peper e o Alemão Pfeffer; por via do Latim piper, mas assimilada do Grego pipéri, e que primeiramente foi pippali, no Sânscrito, língua ancestral da Índia e do Nepal.

Piri-piri Sacana Ai Ai: quentura portuguesa.

Atualmente, a malagueta ou piri-piri é embalada e comercializada em Portugal com o nome de Piri-Piri Sacana. Há vários tipos, para atender diferentes paladares e o mais “quente” é o da Piri-Piri Sacana, tipo Ai Ai, ou seja, de fazer qualquer boca pegar fogo. Na sua publicidade alertam:

Após o contato com a língua, rezar a todos os santos que acudam.”

Especialmente em Portugal, além de servir para adjetivar as malaguetas, usa-se o sacana, a sacanagem e o sacanear sem a menor cerimônia. Disso, um notável exemplo vem do filme norte-americano “Inglorious Basterds”, que lá recebeu o título de “Sacanas Sem Lei”. Entretanto, se vingar essa nova sinonímia, com bastardosacana tornando-se a mesma coisa, coitados dos pobres nascidos de mãe solteira. Estaria confirmada uma tremenda sacanagem!

Post - Sacanas sem leiInglorious Basterds (USA), Sacanas Sem Lei (Portugal).

Recentemente, alguns estudiosos(7) têm afirmado que xingar é ótimo. Dizem que os habituados a usar palavras de baixo calão têm melhor vocabulário e são mais verdadeiros.Além disso, ao colocar mais nuances na linguagem, se comunicam melhor, desenvolvem a autoestima e sentem menos dor. Ou seja, o termo sacana funciona como um excelente tempero do discurso que, entre outras coisas, faz muito bem à saúde. Mas não se deve abusar do remédio pois, como todos, tem efeitos colaterais e pode criar dependência…

Texto, pesquisa e arte de Eduardo de Paula

Revisão: Berta Vianna Palhares Bigarella

———

(1) POLO, Marco – (Veneza, * c.1254 / Veneza, †1324) Mercador, explorador e embaixador.

(2) Debal – Porto localizado próximo à moderna Karachi, capital da província de Sindh, no Paquistão.

(3) Sindh – A palavra deriva de Sindh, no Sânscrito, significando “rio caudaloso” que é uma referência ao Indus (nome dado pelos romanos), também denominado Sindhū. Este é um dos maiores rios da Ásia. Outra variação do nome é Sinda, no Assírio do século VII a.C.

(4) Khafi Khan ou Muḥammad Hāshim – (* c.1663 / †c.1731). Texto:“History of Alamgir”.

(5) HOUAISS, Antônio – “Grande Dicionário Houaiss”.

(6) Tiririca – Cyperus rotundus ou junça. O nome vem de tiri’rika“, no tupi, língua indígena do Brasil. Trata-se de planta miúda, perene e muito invasiva, que se reproduz por sementes, tubérculos e bulbos subterrâneos. É uma das espécies vegetais com maior distribuição no mundo, presente em 92 países (imagem ao lado).

(7) FONTES: JAY, Timothy – “Cursing in America – a Psycholinguistic Study of Dirty Language in the Courts, in the Movies, in the Schoolyards, and on the Streets”, John Benjamins Publishing, 1992. / Artigo: STEPHENS, Richard & UMLAND, Claudia – “Swearing as a Response to Pain – Effect of Daily Swearing Frequency”, School of Psychology, Keele University, Staffordshire, United Kingdom, 2011.

8 Comentários »

  1. Eduardo
    Bem divertido o tema escolhido, além de nós enriquecer com inúmeros detalhes preciosos. Delícia de ler. Obrigada!
    Você deve estar lembrado que uma das operações da Polícia Federal para pegar e desmascarar “sacanas” foi batizada de Calecute. Não em alto-mar, mas em terra firme. É de se perguntar o que restou dessa operação nesses dias sombrios onde a ordem é apagar a luz.
    Obrigada por seu texto delicioso.
    Vania

    Comentário por VANIA PERAZZO BARBOSA HLEBAROVA — 01/10/2018 @ 11:58 am | Responder

    • Vania:
      Fico feliz ao saber que você gostou do texto. Tenho outros “no forno”, queimando em fogo lento.
      Muito obrigado e um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 01/10/2018 @ 2:15 pm | Responder

  2. Eduardo,
    Entre os sentidos apontados pelo Dicionário Houaiss da Língua Portuguesa para a palavra “sacana”, parece-me que o “3. infrm. que ou aquele que é brincalhão, de espírito crítico ou trocista, que faz comentários ou brincadeiras divertidos ou perversos, mas com graça, a respeito de seres ou de coisas; gozador.” pode aplicar-se a você, que sempre nos encanta com a graça de seus comentários. Basta uma frase para sabermos que seu espírito crítico fez de uma tradução ou da reprodução de uma história algo que tem a sua marca. Penso que a Vania Perazzo encontrou as palavras mais adequadas para se referir ao seu texto: ” Delícia de ler.”, “…texto delicioso”. Seu texto tem tempero; em alguns momentos, tem Piri-Piri Sacana, tipo Ai Ai.
    Abraços do Pedro!

    Comentário por Pedro Faria Borges — 01/10/2018 @ 4:10 pm | Responder

    • Pedro:
      Uai, será que sou sacana? Sei que gosto do humor inofensivo, mas aceito a carapuça que você coloca em mim. Então, sou sacana no bom sentido. Ai-ai!
      Muito obrigado e um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 01/10/2018 @ 5:02 pm | Responder

  3. Você soube brincar com a palavra. Não vou repeti-la! Ydernéa

    Comentário por Ydernéa — 27/12/2020 @ 11:50 am | Responder

    • A palavra foi desvirtuada no significado.

      Comentário por sumidoiro — 29/12/2020 @ 6:41 pm | Responder

  4. Pois gostei muito de saber a origem da palavra. Nem imaginava. Quanto a pimenta malagueta… Recebe outro nome em Buenos Aires. Só que me esqueci qual nome. Grande contribuição minha. Estou aqui tentando lembrar. Fiquei sabendo, quando passei uns dias por lá e fui almoçar na casa de uma família argentina. Eles tinham da pimenta plantada em vasos. E me disseram o nome. Se não me engano é aquela expressão p.q.p mesmo.

    Comentário por sertaneja — 13/04/2021 @ 2:29 pm | Responder

    • Sertaneja:
      O nome da pimenta na Argentina seria “chili”?
      Um abraço do Eduardo.

      Comentário por sumidoiro — 13/04/2021 @ 4:55 pm | Responder


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